Uma imagem pode dizer muito, inclusive sobre como a história é contada.

No dia da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, aproveitamos o post da @revistaazmina pra fazer uma pausa e refletir sobre uma escolha nossa: a imagem que usamos para representar Tereza de Benguela na agenda de 2023.

A ilustração, de livre uso, é amplamente difundida e já apareceu em livros, cartazes, sites e até ações do governo. Mas ela não representa Tereza – e também não há comprovação de que tenha qualquer relação com ela.

A discussão proposta por @elidayanaalexandrino e @crlorrane no conteúdo da AzMina nos ajudou a entender como até uma imagem pode carregar silenciamentos. Porque quando faltam registros, o que se escolhe mostrar vira ainda mais importante.

Estamos em constante aprendizado, e reconhecer essas escolhas é parte do nosso compromisso com uma memória que respeita e representa de verdade.

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